sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Ei chefe! vai faze chupeta?
quem nunca ouviu falar na boa e velha "chupeta", hummm, se vc é acostumado ao usar essa técnica ninja, saiba que ela pode acarretar vários problemas ao seu veiculo, um dos principais é a queima do módulo de injeção eletrônica (ECU), pois a chupeta realmente funciona para dar a partida, mas o erro fatal está quando retiramos os cabos com o veículo em funcionamento, pois ocorre um enorme pico de tensão pois quando vc tira os 12V da outra bateria, o alternador vê que a carga desceu muito e então automaticamente ele aumenta sua tensão, queimando vários componentes eletrônicos, pode acreditar descobri isso enquanto eu fazia a chupeta de uma Jumper 2013, e queimei a central dela, escutem que já sentiu n coro o estrago que uma chupeta faz.
carro não abaixa mais o vidro
galera, não se se é certo mais essa semana fiz uma ligeira "gambiarra", um cliente chegou na oficina dizendo que os vidros não estavam abaixando e o mesmo disse que o problema começou assim que ele havia lavado o carro por dentro e por fora, e pois de checar motor botão e fiação, constatamos que a central do vidro havia sido queimada, solução ligamos diretamente com a ajuda de alguns fusíveis, a bateria que vai até o botão que segue até o vidro, o automático não funcionava mais o vidro não abaixava mais sozinho mais o dono não quis comprar uma centralzinha nova pelo seu preço e pela sua dificuldade de se achar. ta ai uma dica nao lavem os carros por dentro, a bagaça pode queimar toda, kkkkk.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Estamos voltando
caros amigos, quero dizer que estou voltando ao site com novidades, conhecimentos, macetes e dicas, para tornar a vida do mecânico mais fácil, pessoal gostaria de informar que agora estou mexendo com ecu´s e começarei a postar dicas sobre as mesmas.
até logo
quinta-feira, 15 de maio de 2014
ótima ferramenta para diagnósticos veiculares
olá pessoal, fiquei um tempo fora mais já voltei com e site a toda, bem hoje eu queria falar sobre uma nova ferramenta para diagnósticos automotivos, é o rasther III, o mais rápido e preciso, ele é uma ótima ferramenta para mecânicos e eletricistas, ele conta com uma biblioteca de carros e esquemas elétricos enorme, e tambem possui função de programar imobilizadores, ecu´s e várias outras coisas, como ler e apagar códigos de defeito do veículo, monitorar leituras específicas e com o auxílio de um computador, pode-se até criar relatórios personalizados para sua empresa.
apenas seu custo é um pouco elevado, nós pagamos aproximadamente R$18.000,00, nele com tudo desbloqueado e todos os cabos adaptadores inclusos e com assistencia técnica gratuita.
mesmo com o preço meio salgado, eu acho que é um ótimo dinheiro investido em algo que nos polpa muito tempo e trabalho.
recomendo a todos, quem quiser saber mais entre no site da tecnomotor.
http://www.tecnomotor.com.br/novo/
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sábado, 5 de abril de 2014
ONIX, PRISMA, COBALT E SPIN TÊM DEFEITO NO MOTOR
Problema na válvula de admissão tem levado proprietários à rede Chevrolet para reparos nos blocos 1.0 e 1.4; Falha também afeta Celta, Classic, Agile e Montana
A General Motors do Brasil está silenciosamente substituindo uma importante peça do motor dos modelos Onix, Prisma, Cobalt, Spin, Celta, Classic, Agile e Montana. A prática, que talvez possa ser configurada como "recall branco", vem acontecendo sem divulgação pública e envolve a troca das travas e das válvulas de admissão e escape dos motores 1.0 e 1.4. As peças apresentam um problema de fabricação que impede seu funcionamento adequado, o que pode levá-las a quebrar e afetar o funcionamento do motor.
Segundo resposta oficial da GM do Brasil para a reportagem de Autoesporte, "algumas unidades de veículos Chevrolet ano-modelo 2013, todas com quilometragem rodada inferior a 20.000 quilômetros, podem necessitar, após uma verificação técnica, da eventual substituição das travas das válvulas de admissão e escapamento, face à falta de tratamento térmico destas travas pelo fornecedor, o que pode interferir na durabilidade dos componentes". À reportagem, a marca não revelou o número de unidades envolvidas no problema.
Proprietários do modelo Onix relatam que o hatch perde potência repentinamente.Autoesporte localizou ao menos dez relatos semelhantes de diversos estados do país e, na grande maioria dos casos, os veículos tinham cerca de 10 mil quilômetros rodados quando começaram a apresentar falhas. Orientadas pela GM, as concessionárias têm agendado um “atendimento especial” para os clientes que levam seus carros às oficinas, mas não esclarecem a natureza do problema ou que a falha é recorrente.
"Esta situação não representa qualquer prejuízo ao desempenho ou à segurança dos veículos. A rede de Concessionárias Chevrolet está preparada tecnicamente para o serviço e tem realizado contato telefônico com os proprietários dos veículos, para convidá-los a comparecer a uma concessionária Chevrolet para o procedimento de verificação e eventual substituição das travas. O serviço dura em média duas horas e não tem custo para o cliente", informa o comunicado da GM do Brasil
Funcionários da rede autorizada Chevrolet confirmaram que o procedimento em questão é uma "campanha interna" da montadora para evitar problemas que foram diagnosticados nas travas de válvula. Segundo eles, há uma lista de chassis dos veículos envolvidos na campanha, e proprietários dos carros com este problema não são comunicados oficialmente. O reparo é feito quando o veículo passa pela concessionária para revisão periódica ou algum outro serviço.
Foi o que aconteceu com o analista de marketing Alfredo Mainenti. Seu Onix não apresentou nenhum problema no motor, mas mesmo assim teve de passar pelo “atendimento especial” em uma concessionária no Rio de Janeiro. Após realizar a revisão periódica de 10 mil km, mesmo sem notar qualquer tipo de problema em seu carro, Alfredo foi orientado pela oficina a retornar em poucos dias para a troca das válvulas de admissão e escapamento.
“Eles me falaram que era um atendimento especial. Na mesma hora eu falei ‘atendimento especial? Isso é recall’, mas eles disseram que não se tratava, pois não representava riscos à segurança”, conta Mainenti. No entanto, ao ligar para a central de atendimento para agendar o procedimento, Mainenti diz que a atendente se referiu ao caso como recall. A marca identificou o chamado com a orientação técnica "IT 030G/13", código usado pela GM para classificar o procedimento de substituição das válvulas.
utro ponto polêmico é como configurar o defeito como falha de segurança: numa ultrapassagem, a perda de potência pode ou não representar risco de acidente? O professor de engenharia mecânica da FEI, Silvio Shizuo, explica que defeitos nas travas das válvulas de admissão e escapamento podem causar perda de cerca de 25% da potência no motor. “Um veículo com menor potência vai sentir mais essa perda, um motor 1.0, por exemplo”, explica. Segundo ele, especialmente motores maiores poderão continuar funcionando com apenas três cilindros, mas com menos força e produzindo ruídos.
Perda de potência é principal problema
O Onix de Eduardo Teixeira tinha pouco mais de 7 mil km rodados quando, em uma estada de Minas Gerais, começou a perder potência, e a luz que alerta para problemas com a injeção eletrônica apareceu no painel. O carro havia sido comprado sete meses antes, e teve de ser guinchado para a concessionária. Da oficina saiu o diagnóstico: a haste da válvula havia se soltado e seria necessário substituir a junta do cabeçote, o balancim da válvula e a junta do coletor de admissão. Um conserto de importantes peças do motor que não sairia por menos de R$ 1.483. Em uma de suas visitas à oficina, Teixeira notou que um dos pistões havia sido avariado por conta do problema, mas não seria substituído. “Questionei o chefe de oficina se o pistão seria trocado e ele me informou que não”, conta.
Apesar de o reparo ter sido coberto pela garantia, Teixeira não quer continuar com o carro e passou a exigir a troca do veículo por um novo. Ele alega que as diversas alterações feitas no motor original depreciam o valor final do veículo. Assim, o Código do Consumidor ampararia a substituição, mas a montadora se negou a realizar a troca. Atualmente, o Onix está estacionado em Divinópolis, a 100 km da capital Belo Horizonte, e espera por uma perícia judicial.
Menos paciência teve Guilherme Torbitoni. Quando o analista e sua esposa Priscila Sousa decidiram trocar o Prisma que possuíam, optaram pelo recém-lançado Onix. O design do lançamento e a confiança que tinha com a montadora pesaram na decisão. “Eu tenho uma Montana e meu sogro tem um Cobalt. Minha mulher tinha um Prisma que nunca tinha dado problema e dei como forma de pagamento”, conta.
O carro de Torbitoni começou a apresentar pequenos problemas com 150 km, mas foi quando o odômetro marcou 3 mil km que a “novela”, como o proprietário se refere ao caso, tomou proporções maiores. “A luz de injeção eletrônica acendeu e o carro ficou sem força, como se tivesse com um cilindro a menos, não desenvolvia velocidade”, conta. Os diagnósticos oferecidos pela oficina da concessionária em São Paulo afirmavam que se tratava de problema no sensor que detecta o fechamento do capô e que uma vela havia queimado. Além destes reparos, o veículo também teve a ventoinha e o chicote do motor trocados. Os reparos não solucionaram o problema, e o casal precisou levar o carro mais sete vezes a oficinas autorizadas pela Chevrolet em menos de três meses.
Quando há defeitos nas travas das válvulas, é comum que o pistão se choque contra a válvula, causando, além da perda de potência, danos às peças. “A trava é justamente para unir a mola com a válvula. Se danificar a trava, a válvula fica solta. Então, o pistão bate na válvula e causa dano.Também faz barulho porque o pistão começa a bater na válvula e perde o sincronismo”, explica o professor de engenharia mecânica da FEI, Silvio Shizuo. Apesar de perdas de potência serem comuns também em outras situações, como altas temperaturas de dias quentes, uso excessivo de gasolina e dirigir com cargas muito pesadas no veículo, o especialista também confirma que os propulsores são fabricados com uma margem significativa para poderem atuar nessas condições sem apresentar os problemas relatados.
Lançamento, Onix coleciona problemas
Desde seu lançamento, o Chevrolet Onix já esteve envolvido em três recalls, por problemas distintos. No início do ano, 7.265 unidades do ainda novato foram envolvidas em um chamado por conta de problema nas rodas de aço, que poderiam cortar a parte interna dos pneus. Em junho, a razão para o chamado foi um problema na soldagem do suporte do pedal do freio, que também envolveu unidades do Prisma, Cobalt e Spin. Mais recentemente, no início de outubro, a GM do Brasil detectou problemas na soldagem de uma parte da estrutura dos bancos dianteiros. Com isso, mais 1.824 unidades do Onix e 859 do Prisma tiveram de visitar as oficinas autorizadas.
Figurinha carimbada nos rankings de carros mais emplacados, foram vendidas 3.673 unidades do Onix em setembro. Desde que foi lançado em novembro do ano passado, mais de 110 mil unidades do hatch já foram comercializadas. Foram vendidos mais de 116 mil Chevrolet Cobalt e cerca de 50 mil Spin.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Gol g4 1.0 problema partida de manhã sistema Bosch motronic ME7.5.20 flex.
VW\GOL\G4 1.0 FLEX\sis. BOSCH motronic ME7.5.20
O cliente reclamava que o carro não estava pegando pela manhã, as vezes pegava as vezes não, nós fizemos um diagnóstico na parte de alimentação de combustível, onde a pressão era de 1 bar, depois de trocarmos a bomba de comb. E lavar o tanque, pedimos para o cliente deixar o carro posar na oficina, para verificação da partida no dia seguinte, mas o defeito continuava, então nós fizemos um rastreamento usando um aparelho de scaner, e não apresentava nenhum código de falha, verificando as leituras do motor, observamos que o tempo de injeção estava muito abaixo do normal, impossibilitando a partida após verificar todos os componentes da parte de injeção e ignição, não encontramos nada, resolvemos fazer a adaptação para álcool, e foi batata, pegou de primeira!!!
Então voltamos para gasolina, e não pegava, mais depois de rachar a cabeça na busca de um defeito, tiramos as velas e avaliamos o estado da mesma, que se encontravam em bom estado, e então resolvemos mesmo estando boas, trocalas por novas, e o defeito foi corrigido.
O cliente reclamava que o carro não estava pegando pela manhã, as vezes pegava as vezes não, nós fizemos um diagnóstico na parte de alimentação de combustível, onde a pressão era de 1 bar, depois de trocarmos a bomba de comb. E lavar o tanque, pedimos para o cliente deixar o carro posar na oficina, para verificação da partida no dia seguinte, mas o defeito continuava, então nós fizemos um rastreamento usando um aparelho de scaner, e não apresentava nenhum código de falha, verificando as leituras do motor, observamos que o tempo de injeção estava muito abaixo do normal, impossibilitando a partida após verificar todos os componentes da parte de injeção e ignição, não encontramos nada, resolvemos fazer a adaptação para álcool, e foi batata, pegou de primeira!!!
Então voltamos para gasolina, e não pegava, mais depois de rachar a cabeça na busca de um defeito, tiramos as velas e avaliamos o estado da mesma, que se encontravam em bom estado, e então resolvemos mesmo estando boas, trocalas por novas, e o defeito foi corrigido.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Gol g4 1.0 problema partida de manhã sistema Bosch motronic ME7.5.20 flex.
VW\GOL\G4 1.0 FLEX\sis. BOSCH motronic ME7.5.20
O cliente reclamava que o carro não estava pegando pela manhã, as vezes pegava as vezes não, nós fizemos um diagnóstico na parte de alimentação de combustível, onde a pressão era de 1 bar, depois de trocarmos a bomba de comb. E lavar o tanque, pedimos para o cliente deixar o carro posar na oficina, para verificação da partida no dia seguinte, mas o defeito continuava, então nós fizemos um rastreamento usando um aparelho de scaner, e não apresentava nenhum código de falha, verificando as leituras do motor, observamos que o tempo de injeção estava muito abaixo do normal, impossibilitando a partida após verificar todos os componentes da parte de injeção e ignição, não encontramos nada, resolvemos fazer a adaptação para álcool, e foi batata, pegou de primeira!!!
Então voltamos para gasolina, e não pegava, mais depois de rachar a cabeça na busca de um defeito, tiramos as velas e avaliamos o estado da mesma, que se encontravam em bom estado, e então resolvemos mesmo estando boas, trocalas por novas, e o defeito foi corrigido.
O cliente reclamava que o carro não estava pegando pela manhã, as vezes pegava as vezes não, nós fizemos um diagnóstico na parte de alimentação de combustível, onde a pressão era de 1 bar, depois de trocarmos a bomba de comb. E lavar o tanque, pedimos para o cliente deixar o carro posar na oficina, para verificação da partida no dia seguinte, mas o defeito continuava, então nós fizemos um rastreamento usando um aparelho de scaner, e não apresentava nenhum código de falha, verificando as leituras do motor, observamos que o tempo de injeção estava muito abaixo do normal, impossibilitando a partida após verificar todos os componentes da parte de injeção e ignição, não encontramos nada, resolvemos fazer a adaptação para álcool, e foi batata, pegou de primeira!!!
Então voltamos para gasolina, e não pegava, mais depois de rachar a cabeça na busca de um defeito, tiramos as velas e avaliamos o estado da mesma, que se encontravam em bom estado, e então resolvemos mesmo estando boas, trocalas por novas, e o defeito foi corrigido.
sábado, 5 de outubro de 2013
VW Gol 1.0 16V: Ventoinha Aciona, Mas a Temperatura Continua Subindo
DEFEITO: Este VW Gol 1.0 16V foi trazido até nós após ter sido trocado varias peças do sistema de arrefecimento, na tentativa de solucionar um suposto problema de aquecimento. O proprietário deste carro nos relatou que mesmo depois do acionamento da ventoinha (eletro-ventilador) a temperatura continuava subindo.
Outras Dicas do Gol 16V:
DIAGNOSTICO: Iniciamos os testes verificando o sistema de arrefecimento, logo na primeira vez que a ventoinha funcionou observamos que o marcador de temperatura atingia quase a faixa vermelha (aproximadamente 130°C) e quando ela desarmava o ponteiro voltava para o meio (aproximadamente 90°C).
Decidimos monitorar a temperatura do motor utilizando um termômetro a laser e vimos que o motor estava funcionando na temperatura correta (entre 90 e 98°C), mesmo quando o marcador do painel acusava 130°C. Esta informação claramente acusava um problema na marcação da temperatura e não no sistema de arrefecimento.
Partimos então para os testes elétricos das peças ligadas ao monitoramento da temperatura do motor e ao medirmos o aterramento do sensor de temperatura da agua, notamos uma resistência elétrica muito acima do normal, em torno de 1,5 Omhs, sendo que este aterramento é ligado no motor (veja foto abaixo).
Ao verificarmos, com um multímetro automotivo, a resistência da malha que faz o aterramento do motor (esta malha esta localizada na parte debaixo do motor), vimos que a mesma estava provocando todos estes problemas.
SOLUÇÃO: Foi feito a substituição da malha de aterramento do motor e o problema foi resolvido.
domingo, 29 de setembro de 2013
GM / Astra / 2.0 Sistema de alarme não comunica
| GM / Astra / 2.0 / Alarme / GM Alarme 8 |
Sistema não comunica |
Problema: Sistema não comunica.
Diagnóstico: Veículos não possui sistema de alarme com botão integrado a chave. Solução: Este sistema só se aplica a veículos com botão de alarme integrado a chave. |
FORD / KA / 1.0 / Motor morre em marcha lenta
| FORD / KA / 1.0 / Motor Gasolina / EEC-V |
Motor morre em marcha lenta |
Problema: Quando o cliente tira o pé do acelerador, o motor morre.
Diagnóstico: Não foi encontrada nenhuma falha na verificação da injeção eletrônica. O atuador de marcha lenta estava sujo, com uma crosta de óleo. Solução: O atuador de marcha lenta foi retirado e lavado com thinner. Foi trocado o filtro de ar e limpo seu compartimento. Também limpar o respiro da tampa do óleo e mangueira. Esta manutenção deve ser realizada a cada 6 meses. Há casos mais graves em que o atuador deve ser substituído. |
FIAT / Palio / 1.0 / Motor com alto consumo e baixo rendimento
| FIAT / Palio / 1.0 / Motor Gasolina / Marelli IAW 1G7 |
Motor com alto consumo e baixo rendimento |
Problema: Veículo apresenta baixo rendimento e alto consumo de combustível.
Diagnóstico: A verificação do sistema de injeção não mostra nenhum problema, o cliente observou que o carro ficou ruim após uma manutenção onde foi trocada as correias. Foi verificada a correia dentada e havia dentes fora do ponto de sincronismo. Solução: Após a instalação da correia no ponto de sincronismo, o veículo voltou ao normal |
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
problema Mitsubishi l200 2.5 outdoor apresentava luz de diagnose acesa e perca de potência.
problema Mitsubishi l200 2.5 outdoor apresentava luz de diagnose acesa e perca de potência.
Diagnostico:
Após um escaneamento completo do sistema, foi constatado os seguintes códigos de defeito;
52. Controle de pressão do turbo
12. Pressão do turbo
41. Válvula da borboleta
Procedimentos:
Foi retirada a turbina para a limpeza e inspeção do sistema VGT, após montagem permaneceu o código 12. Pressão do turbo, então após muitas análises, observamos que a válvula VGT estava
trabalhando da seguinte forma.
Somente após alta rotação a aste da válvula VGT era acionada, onde o correto era após a partida a aste encolher (assim como no vídeo “correto funcionamento da turbina VGT da l200 2.5 outdoor”), observando-se que a válvula trabalhava no sentido
inverso, após alguns testes constatamos que o solenóide da válvula VGT (imagem 1) e o sensor pressão do turbo (imagem 2) apresentavam problema onde após a troca o funcionamento se estabilizou e a
lâmpada de diagnose se apagou.
Dica:
Usamos uma válvula de controle do carburador do Fiat uno, que possui idêntica função e mesmas características, e um preço sem duvida alguma mais acessível.IMAGEM 1 solenóide da válvula VGT IMAGEM 2 sensor de pressão do turbo
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Sistema - FORD / Focus / 2.0-16V Luz do ABS acesa
| Sistema - FORD / Focus / 2.0-16V / ABS / Ford ABS-8 |
| Luz do ABS acesa |
| Problema: O veículo ficava com a lâmpada do ABS acesa constantemente. |
FIAT / Palio / 1.0 / Motor Flex / Marelli 4GF Defeito P1300
Sistema - FIAT / Palio / 1.0 / Motor Flex / Marelli 4GF
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Defeito P1300
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A presença do defeito P1300 indica que a adaptação entre a ECU do motor e o sensor de posição do virabrequim não foi realizada e que algumas estratégias de funcionamento (como, por exemplo, partida e estratégia de freio motor) estão comprometidas.
Para realizar a adaptação, realize o procedimento a seguir: 1. Ligue o motor e mantenha-o em funcionamento até atingir a temperatura de trabalho (na prática, até que o ventilador do radiador entre em funcionamento pela segunda vez). 2. Acelere o motor até atingir 6000 rpm e mantenha-o nesta rotação por 2 segundos. 3. Desacelere o motor até atingir a marcha-lenta. 4. Repita o processo de aceleração e desaceleração descritos acima mais duas vezes. |
VW / Gol / 1.0 / Veículo não acelera
Sistema - VW / Gol / 1.0 / Motor Gasolina / Marelli 4LV
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Veículo não acelera
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Problema: Motor não tem aceleração.
Diagnóstico: Quando era dada a partida no motor, após alguns segundos acendia-se a lâmpada do EPC e o motor não tinha aceleração. A rotação ficava em torno de 1400 rpm e estava gravado na memória da ECU o código correspondente ao corpo de borboleta. Após a troca de vários componentes sem sucesso, foi feito teste de alimentação da ECU foi notado que havia uma queda de tensão no terminal 4 do conector B no momento da partida. Solução: O comutador de partida foi substituído e o problema resolvido. |
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